A próxima guerra da AI pode não ser apenas uma guerra de GPUs!
Muitas pessoas, ao pensar em inteligência artificial, associam imediatamente à Nvidia, acreditando que o desenvolvimento da AI depende das GPUs.
Recentemente, o ecossistema de processadores x86 da AMD e Intel, juntamente com otimizações de software AI como PyTorch e oneDNN, voltou a chamar atenção.
O que isso significa?
Simplificando, significa que, através da otimização de software e tecnologias de computação de baixo nível, a CPU também pode realizar de forma mais eficiente parte das tarefas de cálculo de AI.
No passado, o mercado focava em quem tinha maior poder de computação; no futuro, o mercado também vai se preocupar com quem consegue transformar esse poder de computação em produtividade com menor custo.
Se a AI puder funcionar eficientemente em mais computadores comuns e servidores empresariais, haverá a oportunidade de reduzir a barreira de implantação de algumas aplicações, permitindo que mais empresas possam usar AI.
Além disso, esta questão não diz respeito apenas à AMD e Intel, mas a toda a cadeia da indústria de semicondutores.
As GPUs da Nvidia continuam a ter um papel importante, mas CPUs, GPUs, chips AI dedicados e otimizações de software provavelmente formarão conjuntamente a infraestrutura futura da AI.
O que realmente vale a pena estudar é como toda a cadeia da indústria vai evoluir, quem poderá continuamente melhorar o desempenho, reduzir custos e transformar vantagens tecnológicas em receitas reais.
Claro, o progresso tecnológico não garante necessariamente a subida do preço das ações; no final, depende do desempenho, avaliação e competitividade da empresa.
A história da AI está longe de terminar. A próxima rodada de competição não será apenas sobre poder de computação, mas também sobre eficiência e custo!
$INTC$AMD